Co-working: vantagens da cultura da WeWork

Você já ouviu falar de co-working? Aposto que sim! Os espaços de co-working  têm ganhado muito destaque ultimamente, principalmente a empresa WeWork, líder da categoria.

co-working

Para quem anda meio desatualizado, o co-working é a ideia de colaboradores independentes trabalhando no mesmo lugar, termo elaborado pelo engenheiro de software Brad Neuberg, em 2005.

Então, a WeWork, por definição própria, é “um espaço de trabalho, comunidade e serviços para uma rede global de pessoas que criam”.

Assim, a WeWork é um espaço aberto com escritórios com paredes de vidro, decoração ecológica e muitas plantas. Isso porque preservam a entrada de luz natural e a transparência no local de trabalho. Também há área comum com café, mesas, música.

Por que co-working?

Nós gastamos cerca de um terço de nossas vidas no trabalho. Então, a cultura e o ambiente físico do local de trabalho importam, não é?

Em 2017, a PwC fez um relatório sobre a força de trabalho do futuro. Ele mostrou que os millennials e a Geração Z colocam a cultura e o meio ambiente da empresa no topo da lista ao considerar os empregos. Ou seja, os ambientes da WeWork são uma forma de atrair talentos dessas gerações.

No início, as startups e pequenas e médias empresas eram majoritárias e, consequentemente, os colaboradores millennials. Até porque esse tipo de negócio, geralmente, não está no momento de construir um escritório personalizado. Por isso, é mais simples alugar esses espaços. Mas passou a abranger uma faixa demográfica muito mais ampla.

Há hoje em Manhattan, um bairro da cidade de Nova York, mais de 50 espaços de trabalho conjunto da WeWork. Em Londres, entre 18% e 19% de todo o espaço de escritório comercial é agora dedicado ao co-working.

Muito mais que espaço, cultura

Na opinião de Miguel McKelvey, co-fundador da WeWork, projetar o espaço é uma grande alavanca para a cultura, mas há outros aspectos organizacionais e de gestão muito importantes. Dessa forma, eles evoluíram a chamada culture operating system da WeWork, ou apenas Culture OS.

Os oito pilares da Culture OS são:

  • Propósito (por que somos importantes para nós mesmos no mundo?);
  • Liderança (como as pessoas mais experientes entregam o propósito da organização?);
  • Espaço (não só espaço de escritório, também design da comunidade online e todos os outros aspectos que definem o espaço);
  • Cidadania (como todos contribuem para os valores da comunidade);
  • Conexão (construindo relacionamentos um com o outro);
  • Agilidade de desempenho (conceito originado por Miguel – a mudança no interior da organização é mais rápida que a mudança no exterior, o que significa que você é proativo, não reativo da maneira que você executa);
  • Talento (encontrar pessoas boas e cultivá-las);
  • Plataformas (sistemas, ferramentas que possibilitam o ambiente).

A ideia é que a empresa quer integridade, trabalho em equipe e excelência. Então, precisa começar a servir as pessoas que acabarão formando as equipes, aspirando à excelência e exemplificando a integridade. Com isso, terá uma cultura empresarial que apoia o crescimento rápido.

O que você acha desse novo modelo de cultura da WeWork? Conta para a gente nos comentários!

 

 

 

Fonte: Cold Call Podcast: Can Miguel McKelvey Build the ‘Culture Operating System’ at WeWork?

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