As 5 tendências que a Vaipe viu no Whow! Festival

Durante os dias 23, 24 e 25 de julho aconteceu um dos maiores eventos de inovação do Brasil: o Whow Festival. O evento reuniu diferentes painéis que abordavam assuntos como inovação, comportamento, varejo, educação, economia, comunicação e marketing.

Já que a inovação no RH é um dos principais desafios nas empresas, a Vaipe participou desse evento grandioso e trouxe para você as 5 tendências discutidas no Whow! Festival! Vamos à elas?

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O que é o Whow Festival?

O Whow! Festival é um evento de inovação, organizado pelo Grupo Padrão, que acontece todo ano reunindo diferentes experiências como palestras, monitorias, visitas a empresas e o 100 Open Startups.

Além disso, o Whow! Festival é dividido em diferentes temas como Inovação, Varejo, Comunicação e Marketing, Economia, Saúde, Comportamento, entre outros. Dentro de cada um desses tópicos são abordados cases e dicas de empresas reconhecidas no mercado. Incrível, né?

Aliás, uma das palestras foi sobre “Pessoas, Processos e Tecnologia” e adivinha quem estava lá para nos representar? A nossa CEO, Adriana Barbosa, que compartilhou sua visão e experiência sobre o setor de Gente e Gestão ao lado de Chico Adelano, head of Design and Innovation da Echos – Laboratório de Inovação, Marco Lupi, CEO da Neobpo, Hendrik Machado, CEO da PontoMais. Quer saber mais sobre como foi esse painel? Confira aqui nesse post do Whow! Festival.

Enfim, como a Vaipe marcou presença nos três dias de evento, não poderíamos deixar de compartilhar com vocês sobre as principais tendências que vimos por lá, né?

As 5 tendências do Whow Festival

Já que a inovação é um tema que deve estar presente em todas as áreas de uma empresa, trouxemos aqui tendências ligadas a esse assunto. Nos próximos tópicos você irá encontrar novidades sobre liderança, diversidade e habilidades do futuro. Pronto para começar?

1. Hackeadores do Sistema Tradicional

Apesar de usar o termo “hackeadores“, não se assuste! Esse conceito foi utilizado diversas vezes durante um painel do Whow Festival sobre criatividade. Afinal de contas, hackear o sistema tradicional nada mais é do que fugir do padrão.

Os chamados “Hackeadores do Sistema Tradicional” são os colaboradores que quebram padrões e estão dispostas a arriscar, ou seja, assumir novos desafios dentro da empresa. Em princípio, a ideia de hackear significa criar novos processos que diferenciem a empresa da concorrência.

Aliás, que empreendedor não quer criar a próxima disrupção ou ser pioneiro num novo mercado? Para isso, é essencial ter novos talentos. Ou melhor, colaboradores que acreditam no propósito da empresa e estão dispostos a arriscar e se desafiar todos os dias.

Contudo, para não te deixar na curiosidade, aqui vai uma dica valiosa de como quebrar o sistema: questione. Duvide da frase “é porque foi sempre assim” e vá atrás de perguntas que resolvam processos burocráticos e ultrapassados.

2. Diversidade

Certamente, num evento cujo o tema é inovação a diversidade não deixaria de ser citada. Em várias palestras do Whow Festival a diversidade foi apontada como um fator fundamental para as empresas que querem inovar.

Não existe inovação sem diversidade.

Jacques Meir

Nesse sentido, a diversidade vem para somar. Entretanto, ainda existe um longo caminho a percorrer. Entre os assuntos expostos na palestra “Transformação Social e Diversidade: por que essas tendências podem potencializar a criatividade” estão:

  • Recrutamento às cegas;
  • Falta de acessibilidade para PCDs no meio digital;
  • Inclusão de refugiados.

Como resultado do recrutamento às cegas temos o exemplo da Pepsico, que eliminou perguntas como idade, sexo, faculdade e inglês do processo seletivo. Com isso, hoje o gestor substitui a pergunta “qual é a sua faculdade?” por “qual é a sua história?“. Assim, vemos que a trajetória vale mais do que o status.

Por outro lado, a falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ainda é um desafio do ambiente digital. Segundo Simone Nunes Freire, idealizadora do Movimento Web para Todos, apenas 5% das páginas web são acessíveis para pessoas com deficiência. Sendo esse um desafio que precisa ser combatido por todos nós, não só pelas empresas.

Com o propósito de incentivar a inclusão de refugiados na sociedade, esse foi outro tópico debatido durante o evento. Dessa forma, foi apontado que a inclusão de refugiados incentiva a colaboração e a criatividade entre os colaboradores. Visto que a inovação surge a partir do choque de ideias entre pessoas diferentes.

3. O fim do Status Quo

O status quo é entendido como o estado atual, ou seja, a forma com que você se comporta em diferentes situações. Por exemplo, quando você está num supermercado, seu status quo é de cliente. Contudo, quando está com seus pais o seu status quo é de filho(a).

Dessa forma, durante o evento especialistas apontaram que as empresas têm dificuldade em aceitar atitudes que atinjam o status quo. Porém, as novas gerações que estão ingressando no mercado de trabalho não conseguem aceitar tal posição.

Por esse motivo, a quebra de padrões que estamos vivendo e o discurso “seja você mesmo” interrompe esse posicionamento. Certamente, essa mudança é mais difícil quando se pensa em empresas tradicionais, mas com o advento das startups a pergunta que fica é: será esse o fim do status quo?

Quando se olha para empresas de tecnologia, percebe-se a ruptura da forma com que o status quo é visto. As novas metodologias mostram que é preciso se reinventar e se adaptar aos diferentes cenários para se diferenciar e ser criativo. Por esse motivo, fugir do status quo é a chave para se ter empresas e profissionais mais flexíveis.

4. A habilidade do futuro

Ao passo que os avanços tecnológicos da Indústria 4.0 transformam o mercado, consequentemente as pessoas também são obrigadas a se adaptar aos novos cenários. Por isso, outro ponto muito comentado no Whow Festival foi a adaptação.

Conforme levantado pelo Fórum Econômico Mundial, a próxima habilidade do futuro será saber se adaptar. De acordo com o relatório divulgado, a adaptação envolve a inteligência de saber criar e utilizar diferentes aptidões para construir ou combinar as coisas de diversas formas.

Então se prepare! Pois segundo o Portal Exame esse será um requisito para as vagas até 2020.

5. A liderança dos novos tempos

Ademais, “a liderança dos novos tempos” foi tema de um painel do Whow Festival, no qual diferentes especialistas compartilharam suas experiências sobre o novo papel do gestor nas empresas.

Com isso, foram definidos três pilares que uma boa liderança deve seguir: influência, comunicação e exemplo. Certamente, um gestor de sucesso precisa saber influenciar sua equipe para que todos estejam na mesma direção, pelo mesmo propósito.

Por consequência, a comunicação é um fator fundamental para que os colaboradores tenham clareza sobre o papel de cada um dentro da organização.

Igualmente, ser exemplo na empresa e para os colaboradores é um quesito que afeta diretamente na influência que o líder terá sobre a sua equipe.

Por outro lado, um ponto não citado nos pilares acima, mas muito discutido durante a palestra foi a importância dos gestores aprenderem a lidar com o erro. É preciso reconhecer o erro como parte do processo e aprender com ele.

Enfim, o líder do futuro precisa se colocar no papel de mentor e mais do que isso: é necessário ter propósito, se preocupar em criar um time diverso e ter empatia pelos seus liderados.

Sendo assim, finalizo esse post com uma reflexão para você que é líder ou profissional de gente e gestão: quanto da sua equipe reconhece o propósito da empresa? Trabalhe bem essa questão, cuide dos seus colaboradores e crie uma proposta de valor para que a empresa possa reter talentos.

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